quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

O Espinho na Carne

Caro irmão, boa noite!
É cediço que a Bíblia não revela os detalhes sobre determinados assuntos com a mesma clareza que a vemos proceder com outros. Por exemplo, as águas do tanque de Betesda eram, deveras, agitadas por um anjo? Não se sabe. Não encontraremos nenhuma terra sólida para ancorarmos nossa afirmação positiva ou negativa. Similarmente o espinho na carne é um assunto mencionado nas Escrituras Sagradas para os quais não foram adicionados nenhuns pormenores, os quais nos auxiliem a asserir que seja isso ou aquilo. Se o relacionarmos com a natureza carnal, com o pecado, ou com algo atinente a isso, nos depararemos com uma série de contradições. Eu costumo, nestes casos, usar a eliminação e ver ao fim, com o que melhor se adequa, aquilo que seja mais lógico. Assim, para fins de exame, digamos que o espinho na carne seja a natureza carnal, ou o pecado, ou algo do gênero. Vamos, então, colocar essas matérias no laboratório e as confrontarmos com algumas perguntas. Ei-las:
1.   Quando o apóstolo Paulo recebeu a natureza carnal?
R. Ele já nasceu com ela. Todas as religiões sustentam isso, e a Bíblia também.
2.   Quando o espinho foi dado ao apóstolo Paulo: antes ou depois de sua conversão?
R. Todos sabemos que foi após a sua experiência na estrada de Damasco. Portanto, é correto afirmar que o espinho na carne é uma experiência pós conversão. Isso também a Bíblia sustenta.
3.   A incidência do espinho na carne tinha caráter benéfico ou maléfico, respeitante à saúde espiritual do apóstolo?
R. Benéfico. Jamais será acertado dizer o contrário. São as palavras do apóstolo: “a fim de NÃO ME EXALTAR.” II Coríntios 12:7. Referindo-se às ações do diabo, Cristo disse: “O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir.” João 10:10. O espinho na carne, em face desse verso, não condiz com uma ação operada pelo inimigo das almas, pois se o diabo estivesse por trás desse espinho, estaria ele interessado na vitória de Paulo? Claro que não. Nem muito menos se disporia a fazer um favor para Deus, ajudando o apóstolo a manter-se fiel. Sua intenção é, e sempre será, roubar a vida dos homens, matar a esperança do aflito, e destruir por completo o ser humano.
Algumas expressões usadas pelos autores sagrados deixam muitos leitores perplexos, tais como: “ENVIOU DEUS UM MAU ESPÍRITO entre Abimeleque e os cidadãos de Siquém...Juízes 9:23; “E sucedia que, quando o espírito mau, DA PARTE DE DEUS, vinha sobre Saul...I Samuel 16:23. Deus enviaria um espírito mau? Existe algum espírito mau da parte do Santo? As respostas são negativas, muito embora o texto bíblico seja assaz explícito. Aqui a sensatez nos leva a entender que tudo quanto ocorre neste mundo, seja bom ou ruim, vem DA PARTE DE DEUS, ou seja, por Ele é permitido. A expressão “DA PARTE DE DEUS” tem essa conotação, e não que Ele seja o autor de uma tragédia, a não ser que esteja claramente declarada como juízo Seu.
Teríamos outro texto que nos ajude a compreender o papel do espinho na vida de Paulo? Sim. Veja o que diz o profeta Ezequiel: “E a casa de Israel nunca mais terá ESPINHO QUE A FIRA, nem ESPINHO QUE CAUSE DOR, entre OS QUE SE ACHAM AO REDOR DELES E QUE OS DESPREZAM; e saberão que eu sou o Senhor JEOVÁ.” Ezequiel 28:24. Que semelhança com o espinho na carne de Paulo, não? O objetivo é o mesmo. As nações eram usadas por Deus para servirem de espinhos para a nação rebelde de Israel. A finalidade? Levar o povo para o caminho direito. Já em relação ao apóstolo, que já estava nos caminhos do Senhor, visava mantê-lo firme em seu ministério. O espinho na carne constantemente realçava o quanto Paulo era dependente de Deus. Nós temos espinhos em nossas carnes. Por que ocorre, sem explicação, uma oscilação em nossa saúde, ou um abalo financeiro, ou uma ofensa a nossa reputação, etc., etc.? Irmão, o que seria de nós se não fossem os maus momentos da vida? São eles que constituem os instrumentos divinos para o nosso crescimento espiritual, para a edificação do nosso caráter. Está escrito: “E sabemos que TODAS AS COISAS contribuem juntamente PARA O BEM DAQUELES QUE AMAM A DEUS, daqueles que são chamados por seu decreto.” Romanos 8:28. O apóstolo não discrimina se são coisas boas ou ruins. Isso quer dizer que são todas sem exceção. E principalmente as ruins. Se desejarmos ser pacientes, não devemos esperar que Deus nos ponha na presença de pessoas maravilhosas, cujas presenças no traz paz, alegria, não. Seremos postos diuturnamente na presença daqueles que tentarão nos dificultar os passos. Cada vez que nos esforçamos, no poder de Deus, em mantermo-nos pacientes, tornamo-nos mais experientes e assim se cumpre em nós o que está escrito: “E não somente isto, mas também NOS GLORIAMOS NAS TRIBULAÇÕES, sabendo que A TRIBULAÇÃO PRODUZ A PACIÊNCIA; e a paciência, A EXPERIÊNCIA; e a experiência, A ESPERANÇA.” Romanos 5:3 e 4. Se pedirmos para Deus que Ele retire essas pessoas de nosso meio, de nossa presença, receberemos como resposta: “A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. II Coríntios 12:9.” Fraqueza nunca poderá ser confundida com pecado, ou cometimento de pecado. Fraqueza você sente ao perceber que suas forças não são suficientes para suportar o peso da aflição, mas isso não significa que você já experimentou a queda. Os passos seguintes determinarão: se insistires em vencer sozinho, com certeza cairás; porém, quando descobrires que enfrentas um leão, e te ocultares no esconderijo do Altíssimo, a vitória é mais que certa.
A bonança e a escassez eram um vai-e-vem na vida do apóstolo. “Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido e sei também ter abundância; em toda a maneira e em todas as coisas, estou instruído, tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade.” Filipenses 4:11 e 12. Então, não poderia ser isso a que ele se referia como espinho na carne. Era algo que o combatia CONSTANTEMENTE, feito um espinho encravado. A nossa luta com uma doença efêmera tem tempo limitado; com uma situação financeira, tem tempo limitado; mas não quando a doença é crônica, quando determinada situação, seja financeira ou não, é perene, o tempo não se esgota. Como podemos ver, não fica difícil de assimilar que o espinho na carne era algo exterior, ou seja, atuava de fora para dentro e não de dentro para fora, como o pecado ou a natureza carnal.

4.   O espinho na carne foi uma bênção ou uma maldição na vida do apóstolo?
R. Uma bênção. Depois de pedir por três vezes que o espinho fosse retirado, Deus negou o pedido do apóstolo. O que Deus negaria para nós? Paulo responde: “Que diremos, pois, à vista destas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que não poupou a Seu próprio Filho, antes por todos nós O entregou, porventura, NÃO NOS DARÁ GRACIOSAMENTE com Ele TODAS AS COISAS?Romanos 8:31 e 32. Segundo esse verso, Deus só negaria ao apóstolo, e a nós, por extensão, aquilo que não fosse promissor para a nossa edificação. A prova de que Paulo compreendeu tão bem a santa finalidade do espinho que carregava, é a sua proclamação: “DE BOA VONTADE, pois, ME GLORIAREI NAS MINHAS FRAQUEZAS, para que em mim habite o poder de Cristo.” II Coríntios 12:9.

A exaltação própria faz parte de um ser que foi gerado de novo pelo Espírito Santo? A resposta só pode ser negativa, pois em quem habita o Espírito Santo o viver é tal qual o de Cristo. “Mas vós SOIS A GERAÇÃO ELEITA, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, PARA QUE ANUNCIEIS AS VIRTUDES dAquele que vos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz.” I Pedro 2:9. Como anunciaríamos as virtudes de Deus? O que é virtude? Virtude tem DOIS significados, teologicamente. Primeiro: ela denota PODER. “Pela fé, também a mesma Sara recebeu A VIRTUDE de conceber e deu à luz já fora da idade.” Hebreus 11:11. “Porque o Reino de Deus não consiste em palavras, mas em VIRTUDE.” I Coríntios 4:20Segundo: tem o sentido de QUALIDADES MORAIS. “Porque é impossível que os que já uma vez foram iluminados, provaram o dom celestial, e se fizeram participantes do Espírito Santo, e PROVARAM a boa palavra de Deus e AS VIRTUDES do século futuro, e recaíram sejam outra vez renovados para arrependimento.” Hebreus 6:5. Dados esses versos, Pedro está nos dizendo que devemos anunciar ao mundo as qualidades morais de Deus, ou para ser mais específico, o Seu caráter. Isso é possível? Se não fosse, Cristo não teria dito: “Sede vós, pois, perfeitos, COMO é perfeito o vosso Pai, que está nos céus.” Mateus 6:48. A conjunção COMO representa IGUALDADE. Ou Paulo: “Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas; PARA QUE SEJAIS IRREPREENSÍVEIS E SINCEROS, filhos de Deus INCULPÁVEIS no meio duma geração corrompida e perversa, entre a qual RESPLANDECEIS COMO ASTROS NO MUNDO.” Filipenses 2:14 e 15. ASTROS NO MUNDO. Os astros tem a incumbência de iluminar o lado do planeta que está na escuridão. Antes de Cristo subir aos céus, Ele disse: “ENQUANTO estou no mundo, SOU A LUZ DO MUNDO.” João 9:5. Enquanto? E quando Ele partisse para ministrar no santuário celeste, quem assumiria o papel de iluminar o mundo? Ele mesmo responde: “VÓS SOIS a luz do mundo.” Mateus 5:14. E parece que o parâmetro empregado nas Escrituras pelo apóstolo Paulo, quanto ao que devemos ser, é bastante alto, não? IRREPREENSÍVEIS – não dão motivo para serem repreendidos. INCULPÁVEIS – sem culpa, perante os homens e perante Deus. SEM CULPA significa sem pecado. “Bem-aventurado o homem a quem o Senhor NÃO ATRIBUI INIQUIDADE, e em cujo espírito NÃO HÁ DOLO.” Salmo 32:2. Deixe-me insistir um pouco mais sobre isso. Em que situação o homem estaria MAIS fadado a cometer pecado: quando as pessoas ao seu redor lhe tratassem bem, ou diante de uma situação em que alguém lhe deixasse irado? Alguém pode dizer: “mas o cristão não pode irar-se.” Sim, pode, desde que não seja sem motivo e que não passe da ira. Senão, como Paulo escreveria: “IRAI-VOS e não pequeis; NÃO SE PONHA O SOL sobre a vossa ira”? Efésios 4:26. Podemos nos irar, sim, desde que haja motivo, e que essa ira tenha um limite – não se transformar em pecado. Agora, pensa comigo: Paulo estabelece que não devemos pecar em que situação? Quando sofremos a ira. Vê? Não devemos pecar, AINDA QUE ESTEJAMOS IRADOS, quanto mais numa situação cômoda. Aquelas desculpas: “mas eu perdi a cabeça” ou “eu estava muito aborrecido”. Não há desculpas para o pecado. E a desculpa universal é: “Nós somos humanos, somos falhos.” As pessoas se assustam quando falamos em viver sem cometer pecado. Mas este é o principal objetivo do evangelho. Cristo disse ao paralítico: “Eis que já estás são; NÃO PEQUES MAIS, para que te não suceda alguma coisa pior.” João 5:14. Se fosse impossível viver sem cometer pecado, Cristo teria dito aquelas palavras? Claro que não. O mesmo João que escreveu essa passagem, diz em sua primeira carta: “Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus NÃO PECA; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca.” I João 5:18. Os apóstolos falavam a mesma língua de Cristo, pois o apóstolo Paulo disse em outra ocasião: “Vigiai justamente E NÃO PEQUEIS.” I Coríntios 15:34. Bem, eu acredito que Paulo não era hipócrita, e você? Ele não se valia daquela filosofia: “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço.” Portanto, se ele recomendou NÃO PEQUEIS para seus leitores, que se estende a nós também, é porque sua vida era um exemplo. Não é à toa que ele diz: “Sede meus IMITADORES, COMO TAMBÉM EU O SOU de Cristo.” I Coríntios 11:1. Paulo não se exaltava, porque Cristo não se exaltava. Cristo vivia em Paulo. Gálatas 2:20. E é necessário que Ele viva em nós também. Salvação é imitação. Guarde isso: se Cristo tivesse vindo ao mundo e não concedesse ao homem a possibilidade de viver assim como Ele viveu, seu sacrifício teria sido inútil. Sua missão já havia sido prevista há muito tempo: “Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade, PARA EXTINGUIR A TRANSGRESSÃO, e DAR FIM AOS PECADOS, e EXPIAR A INIQUIDADE, e TRAZER A JUSTIÇA ETERNA.” Daniel 9:24. Veja que não foi somente extinguir o pecado de nossas vidas, mas nos conceder a justiça eterna, ou seja, o próprio viver de Cristo. Justiça representa a Sua vida de obediência. É essa vida que Ele nos comunica pelo Espírito Santo. Paulo diz, aludindo a essa dádiva: “Porque, se, pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais OS QUE RECEBEM A ABUNDÂNCIA da graça e DO DOM DA JUSTIÇA reinarão em vida por um só, Jesus Cristo.” Romanos 5:17. Receber a justiça de Cristo corresponde a recebê-Lo, pois Ele é chamado de “SENHOR JUSTIÇA NOSSA”. Jeremias 23:6.
Como dantes expus, por eliminação descartamos a possibilidade de o espinho na carne constituir algo de natureza espiritual, que atue de dentro para fora. Como as coisas existem num universo ou noutro, esse incômodo de Paulo jazeria, dessarte, no âmbito físico. E como cheguei à conclusão de que se tratava de uma inflamação nos olhos, SEMELHANTE A UMA CONJUNTIVITE? Não afirmo ser conjuntivite, mas como a conjuntiva é a parte dos olhos mais atingida pelas ações de elementos estranhos, arrisquei por fazer tal assemelhação. E com base em que verso bíblico? Encontramos no livro de Gálatas uma alusão do apóstolo Paulo ao mesmo problema, o qual lhe era um tormento. Lemos: “E vós sabeis que primeiro vos anunciei o evangelho ESTANDO EM FRAQUEZA DA CARNE. E não rejeitastes, nem desprezastes ISSO QUE ERA UMA TENTAÇÃO NA MINHA CARNE; antes, me recebestes como um anjo de Deus, como Jesus Cristo mesmo. Qual é, logo, a vossa bem-aventurança? Porque vos dou testemunho de que, se possível fora, ARRANCARÍEIS OS OLHOS, E MOS DARÍEIS.” Gálatas 4:13 a 15. A expressão “FRAQUEZA DA CARNE”, registrada na versão Almeida Revista e Corrigida, equivale a “ENFERMIDADE FÍSICA” na Revista e Atualizada. No grego, versão original do Novo Testamento, encontramos “ENFERMIDADE DA CARNE”: “sjqeneian toj sarkoj”. E na King James Version, tradução efetivada por ordem do Rei James, da Inglaterra, corrobora com a versão grega: “Ye know how through INFIRMITY OF THE FLESH I preached the gospel unto you at the first.” Enfermidade física e enfermidade na carne são equivalentes no sentido. São expressões sinônimas. Teria o apóstolo, no verso 15, se referido aos olhos ALEATORIAMENTE? Tenho pra mim que não. Creio que a aquela doença, que lhe feria feito um espinho, era mesmo uma espécie de conjuntivite e crônica.
Agora, diga-me: quando Gideão pediu a Deus uma prova de que ele libertaria o povo da sujeição midianita, ele sugeriu duas coisas em sequência. Lê Juízes 6:36 a 40. Qual das duas incidências foge do nosso calibre mental? Qual dos dois eventos não se pode explicar? Você dirá: o segundo. Exato. Era impossível, empós o orvalho cair e molhar a terra, o velo de lã permanecer seco. E isso é simbólico, além de ter sido um fato. Na primeira experiência nós temos a atmosfera humana, onde tudo se explica, onde existe a lógica, onde são imprescindíveis tanto a causa quanto o efeito. Na segunda instância, entrementes, a ciência jamais poderá explicar, pois temos o poder de Deus atuando miraculosamente. Não há explicação. Eis porque existe um hino com o título “Milagres não se explicam”. A ciência pode explanar o que ocorre com uma conjuntivite e ainda impor as circunstâncias causais para sua existência. Mas se isso for determinado por Deus, só temos que aceitar. Ele não se limita às causas naturais ou à lógica humana. Novamente indago: o que seria necessário para causar cegueira em alguém? “Bem, há diversos fatores”, alguém dirá. Fatores: a causa natural. E o que diríamos se lêssemos II Reis 6:18? Os sírios sitiaram o local onde residia o profeta Eliseu, e o quando o exército marchou em sua direção... “E, como desceram a ele, Eliseu orou ao SENHOR e disse: fere, peço-te, esta gente de cegueira. E FERIU-A DE CEGUEIRA, conforme a palavra de Eliseu.” Se a enfermidade de Paulo era conjuntivite ou outra doença com semelhantes características, ela foi determinada por Deus com um propósito santo, e não serão as causas naturais do lado de cá que irão explicar o que ocorre do lado de lá, onde tudo é possível, sob o poder do nosso Criador, Mantenedor e Protetor. Eu gosto muito desta passagem: “Deus... chama as coisas que não são COMO SE JÁ FOSSEM.” Romanos 4:17. As coisas estão lá antes mesmo de existirem. Basta crer.
E para concluir, peço que o irmão leia atentamente os versos abaixo, e perceba a semelhança do conteúdo, a qual nos faz pensar que se trata de uma sequência dentro de um mesmo capítulo. Eis os versos: “E, para que me não exaltasse pelas excelências das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de não me exaltar. Acerca do qual três vezes orei ao Senhor, para que se desviasse de mim. E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza.” “E vós sabeis que primeiro vos anunciei o evangelho estando em fraqueza da carne. E não rejeitastes, nem desprezastes isso que era uma tentação na minha carne; antes, me recebestes como um anjo de Deus, como Jesus Cristo mesmo. Qual é, logo, a vossa bem-aventurança? Porque vos dou testemunho de que, se possível fora, arrancaríeis os olhos, e mos daríeis.” II Coríntios 12:7 a 9; Gálatas 4:13 a 15.

Impressionante, não? Que o Espírito Santo ilumine o entendimento do irmão e o convença dessa verdade. Que Deus nos abençoe!

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