quinta-feira, 28 de abril de 2011

A Arma do Cristão

Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do Diabo;
porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. Efésios 6:11 e 12.



Depois da morte de Estevão, a obra do Senhor cresceu galopantemente, e a perseguição muito contribuiu para isso. Dispersos os discípulos, eles pregavam aonde quer que fossem. O anúncio do evangelho alcançou Fenícia, Chipre e Antioquia. E “partiu, pois, Barnabé para Tarso, em busca de Saulo; e tendo-o achado, o levou para Antioquia. E durante um ano inteiro reuniram-se naquela igreja e instruíram muita gente; e em Antioquia os discípulos pela primeira vez foram chamados CRISTÃOS.” Atos 11:25 e 26.
Quantas vezes não contemplamos uma criança e não nos admiramos com a semelhança com os pais? Costumamos dizer: “puxou’ ao pai!”, ou “‘puxou’ à mãe!” Conhecemos como traços genéticos. São miniaturas de seus genitores. E era assim com os nossos primeiros pais, Adão e Eva, até que o pecado arruinou tudo. Mas graças a Deus que Cristo veio para desfazer as obras do diabo. I João 3:8. Ele tornou possível ao homem novamente refletir o Seu caráter, o próprio caráter do Pai. Àqueles que morreram com Cristo e com Ele ressuscitaram, revelam em seu viver a vida de Cristo. Olhar para eles é olhar para o Salvador. Foi nessa confiança que o apóstolo dos gentios pronunciou qual música aos ouvidos: “Sede, pois, meus imitadores, como EU SOU DE CRISTO.” I Coríntios 11:1. Essa é principal finalidade do evangelho: tornar-nos semelhantes ao nosso Salvador. E assim poderemos dizer: “sou cristão!” Todos que me virem agir, me ouvirem falar, comungarem comigo, perceberão que minha vida é uma reprodução da vida do meu Salvador. E assim tem que ser.
Como deve o cristão encarar o mundo? Certamente seus objetivos já não serão mais os mesmos. Ele agora fita, não as coisas daqui, todavia as que são de cima. Colossenses 3:2. A vida é totalmente descortinada para ele, e tudo passa ter novo sentido. Vai ao trabalho como todos vão; vai às compras como todos vão; conversa como todos conversam, contudo algumas coisas são diferentes e notáveis: seu vestuário, seus desejos, sua pureza, sua determinação. Concentra todas as suas faculdades em glorificar Àquele que o redimiu. Seu lema será sempre o dito de João Batista: “É necessário QUE ELE CRESÇA, e QUE EU DIMINUA.” João 3:30. Haverá uma indagação o acompanhando aonde quer que ele vá: “O que Jesus faria se estivesse em Meu lugar?
Empós nos debruçarmos sobre esses assuntos tão vitais, precisamos nos volver para o tema, que sugere algo mais do que imaginamos. Então, vamos nos ater a ele. Qual deve ser, então, a arma do cristão? Bem, o apóstolo Paulo dá a resposta mais adequada e fundamental para quem está envolvido com a guerra cósmica que ora é travada, não distante de nós, mas em nós mesmos. Assim ele nos diz: “ESTAI, pois, FIRMES, tendo CINGIDOS OS VOSSOS LOMBOS COM A VERDADE, e vestida A COURAÇA DA JUSTIÇA, e CALÇANDO OS PÉS COM a preparação do EVANGELHO da paz, tomando, sobretudo, O ESCUDO DA FÉ, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno. Tomai também O CAPACETE DA SALVAÇÃO, e A ESPADA DO ESPÍRITO, que é a palavra de Deus; com toda a oração e súplica, ORANDO EM TODO TEMPO NO ESPÍRITO...” Efésios 6:14-18. Porque São Paulo nos declina todos esses apetrechos de guerra? Onde reside a sua convicção de que todo esse aparato militar será o suficiente para vencermos batalha após batalha, o príncipe das trevas? As respostas são bastante simples. Não pense o meu caro leitor que se trata de material novo. E nem poderia ser, pois, para ser usado em batalha teve que ser testado, experimentado ao máximo, a fim de garantir que ofereceria segurança, proteção plena para aqueles os usariam posteriormente. Esses apetrechos, amigo leitor, foram usados por nosso Salvador. Ele os provou por nós, e tendo garantido um futuro maravilhoso para nós por Sua cabal vitória, não os desfez, mas confirmou que os havia criado para nós podermos segui-Lo e vivermos eternamente com Ele. Sua voz pode ser ouvida suavemente: “Tende bom ânimo, Eu venci o mundo.” Venceu com que armas? Com essas mesmas aí supracitadas. E elas são nossas.
Como podemos entender, sob o prisma acima apresentado, o período antes da cruz? Por exemplo: Davi. Ele foi rei sobre Israel e governou, não poucas vezes, enfrentando bravamente as nações pagãs, debaixo de guerras sangrentas. Por que Davi não usou as armas espirituais, tão somente? Porque vemos que nesse período pré-cruz, aparenta haver aceitação de Deus em que um homem ceife a vida de seu semelhante, com Sua aquiescência, inclusive? Essas indagações foram formuladas por que muitas pessoas acreditam que hoje, um seguidor de Cristo, um cristão por assim dizer, pode fazer uso de uma arma de fogo, sob a alegação de que, como aqueles do passado, também necessitam defender-se, dividindo, assim, com Deus, a segurança de suas vidas. Deverá ser realmente assim? Veremos.
Jesus enfrentou dificuldades para incutir na mente do Seu povo a natureza do Seu reino. Os profetas prediziam tanto a Sua primeira como a Sua segunda vinda. A primeira, de forma humilde, nascido numa manjedoura; a segunda, de forma esplendorosa, em toda a Sua glória, na do Pai e na dos Seus anjos. Devido ao gradual declínio espiritual dos judeus, a luz pouco a pouco foi se apagando, até que passaram a usar luz natural. E na vida espiritual, a luz natural para nada serve, senão para nos encaminhar para as mais densas trevas. E foi isso que lhes ocorreu. Na escuridão espiritual em que se encontravam, interpretaram as Escrituras Sagradas como melhor lhes pareciam, e, assim, entenderam que as profecias que apontavam para a segunda vinda do Salvador, tinham aplicação para a Sua primeira. Erro gravíssimo que custou a salvação de muitos. Criam, portanto, que o Cristo viria para destruir os inimigos de Israel e estabelecer o Seu reino aqui, ainda em Seu tempo. Eis a razão da decepção e ira para com o Salvador, que avocava para Si os títulos reais. Quem deveria ser a glória dos judeus, foi-lhes vergonha e tropeço. Saiu-lhes dos Seus lábios, então, palavras carregadas de tristeza e repreensão: “Disse-lhes Ele: vós sois de baixo, eu sou de cima; vós sois deste mundo, EU NÃO SOU DESTE MUNDO.” João 8:23. Contundente mensagem, não? Ela também tem aplicação para nós? Claro que sim.
Lembram daquelas palavras pronunciadas para Nicodemos, sobre o nascer do Espírito ser uma exigência para todo ser humano que deseja entrar no Céu? João, o mesmo que escreveu o quarto evangelho, escreveu também três cartas, numa das quais ele afirma, corroborando as palavras de Cristo: “Porque todo o que é NASCIDO DE DEUS vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé.” I João 5:4. A que mundo Jesus e João se reportam, nos versículos expressos acima? Só não pode ser o planeta. Neste caso, temos que admitir que o enfoque é tudo que tem raiz mundana com um propósito mundano, sem vínculo nem afinidade alguma com Deus. Todas as coisas, sem exceção, ocupam lugar de um lado ou de outro, nesta guerra cósmica que nos cerca. Na verdade, feito um campo de batalha, temos minas explosivas espalhadas por todos os cantos, aguardando que algum soldado desinteressado assente os pés e sofra os efeitos do pecado. Nunca será demais julgarmos o que assistimos, o que comemos, o que pensamos, o que fazemos de nossas vidas. Tudo tem a ver com nossa salvação. Em nenhum momento poderemos descansar e dizer que nisso ou naquilo há isenção quanto ao conflito entre Deus e Satanás. Todas as coisas são símbolos, são bandeiras que tremulam em favor de um ou de outro exército, nunca em neutralidade. E o mastro somos nós.
No século IX os chineses inventaram a pólvora e isso promoveu uma revolução. A mistura básica que, sob a ação do fogo, explode, foi usada inicialmente para atirar pedras. Quatro séculos depois, os árabes aperfeiçoaram a idéia e passaram a fabricar canhões de madeira, reforçados com cintas de ferro. Então, no século XIV, surgiram os canhões de bronze, bem mais resistentes. “O canhão abriu as portas tanto para o armamento pesado como o individual”. João Fábio Bertonha, da Universidade Estadual de Maringá, Paraná. E a evolução bélica ganhou espaço em nosso planeta, arruinando a vida de muitos. Qual foi a finalidade da criação da arma de fogo? Cristã? Impossível. Mas alguém dirá: os anjos de Deus possuem arma; os servos de Deus do passado usavam armas, e até ceifaram vidas! Quando havia punição por tirar a vida do próximo? Não era quando o Senhor determinava que fossem exterminados alguns povos pagãos? Será que Samuel matou o rei Agague, como hoje um policial “cristão” mataria um homem delinqüente numa operação policial? Temos diante de nós situações análogas? Ouço alguém dizer: “Mas eu sou agente público e ele escolheu ser marginal! E eu vou morrer, é?
Teríamos nós condições de pronunciar o que Cristo disse: “Vós sois de baixo, Eu sou de cima; vós sois deste mundo, Eu não Sou deste mundo”? Nessas palavras nós vemos Cristo pondo uma linha divisória entre dois mundos – aquele onde Ele está e onde está o enganador. João afirmou que este mundo jaz no maligno. E o que provém do mundo, tem uma finalidade obscura, a saber, combater contra a alma. O mundo é o palco onde Satanás expõe, para cada plateia diferente, um teatro diferente. E em sua maioria, são tão muito bem camuflados com a faceta da fraternidade, que raríssimos sabem que estão sendo engodados. Mas não precisamos ser. Um pergunta simples nos ajuda bastante a descobrir a fonte de tudo que se nos apresenta como opção – qual é a finalidade desse negócio? Alguém poderá dizer: “mas isso é radicalismo! Não podemos ser radicais!” E como Deus trata com o pecado, não é sendo extremamente radical? Lê o que está escrito em Atos 5, o episódio que envolve Ananias e Safira, sua mulher. E não estamos no Velho Testamento. Teríamos um exemplo melhor sobre a extremada ação de Deus perante o pecado? Dificilmente.
Então indaguemos: de onde veio a arma de fogo – de Deus ou de Satanás? Qual foi a finalidade projetada? As respostas não nos levam a Cristo, em hipótese alguma. Sabemos de onde veio e para que fim ela foi fabricada. Contudo Deus não permitiu que Seus servos, no passado, fizessem uso de espadas e destruíssem aqueles que estavam em seu caminho? Mas o que estava em jogo ali? A todo custo Satanás empregou suas forças para destruir o berço do Salvador. Ele sabia que a vinda do Messias lhe custaria a existência, e por esse conhecimento, se determinou em frustrar o plano divino. E através de quem? Ora, nem Deus nem Satanás pegará em teu braço, obrigando-te a fazer isso ou aquilo, amigo leitor. Somos convidados a servi-los, e somos nós que escolhemos a quem desejamos servir. Ao longo da história vemos as incessantes batalhas travadas contra o povo de Deus com o intuito de exterminá-lo, e se Deus não Se manifestasse em favor do Seu representante, não restaria lembrança de Sua existência na raça humana. A ação do profeta Samuel, como tantas outras, eram efetivações dos juízos divinos. A ordem partia expressamente de Deus, não aleatoriamente, mas porque a vida daqueles que sofriam Seus juízos, já havia sido colocada na balança e achada em falta. Havia enchido o cálice do pecado. Gênesis 15:16.
Não podemos e nem devemos comparar os juízos de Deus com uma ação policial, em que é morto o marginal, sendo o agente publico um cristão. Paulo nos diz que devemos nos armar, mas nos recomenda vestirmo-nos com as “armas da luz”. Romanos 13:12. E não são poucos os cristãos que alegam que, por estarem imbuídos de autoridade constituída, tem a aceitação de Deus, não somente para usarem uma arma de fogo, como também para ceifarem a vida do seu próximo, se a situação o exigir, por exemplo, em legítima defesa. Será que o cristão e sua profissão estão separados? Não seria a sua profissão a seara onde ele deveria semear o evangelho do amor? E com que mecanismo? Como posso hoje estar no púlpito de um presídio, pregando sobre o amor de Deus, desejando a salvação das almas, e três dias depois, estou eu de serviço, armado de pistola, e me deparo com um delinqüente, e num triste desfecho, atinjo-o gravemente. Então, aproximo-me dele, e ainda agonizando, ele me fita nos olhos e me diz: “Mas não era o senhor que estava pregando para mim, há três dias? Qual pregação devo ouvir: aquela, onde o senhor me expôs o maravilhoso amor de Deus e Sua misericórdia, ou esta anunciada por este projétil em meu peito?” Seria cabido eu lhe dizer que ali, naquele momento, sou agente público e que ele colheu o que semeou? Como podemos, num dado instante, nos cobrir com as vestes da justiça do Redentor e depois, em face de nossa profissão, despirmo-nos dela, e agirmos segundo o nosso próprio pensamento, e ainda assim nos considerarmos como imitadores de Deus, consoante Efésios 5:1? É um disparate, caro leitor! Alguém, então, retrucará: “E eu, por acaso, vou morrer? Eu tenho que confiar em Deus, porém devo fazer a minha parte, me protegendo! Essa é a minha parte. Se sou policial militar e saio para o trabalho desarmado, e sem colete, eu estou tentando a Deus, estou pecando.” Mas está escrito: “Quem quiser salvar a sua vida, PERDÊ-LA-Á; mas quem perder a sua vida por amor de mim e do evangelho, SALVÁ-LA-Á.” Marcos 8:35. Será que a promessa de Deus contida no Salmo 34:7, será anulada porque houve uma situação para a qual o Senhor nosso Deus não fez provisão, Lhe passou despercebido, ou o Seu poder vai até a um determinado limite e a partir daí, ele falha?
Tudo quanto fazemos em casa, na igreja, ou no trabalho é julgado pela mesma instância do juízo divino. “Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais OUTRA COISA QUALQUER, fazei tudo para a glória de Deus.” I Coríntios 10:31. Outra coisa qualquer significa que tudo está envolvido. As conseqüências, logicamente, são correspondentes às circunstâncias, mas Deus não distingue o policial do membro da igreja, se se trata da mesma pessoa. Ninguém poderá argumentar: “Nesta situação aqui não posso ser julgado como membro da igreja, ou pai de família, pois estou no exercício da minha profissão!” Pedro disse: “Antes importa OBEDECER A DEUS do que aos homens.” Atos 5:29. E Paulo explica: “Mas, segundo a tua dureza e teu coração impenitente, entesouras ira para ti no dia ira e da revelação do justo juízo de Deus, QUE RETRIBUIRÁ SEGUNDO AS SUAS OBRAS.” Romanos 2:5 e 6. Aqui o apóstolo ressalta o juízo de Deus com base nas obras que praticamos. Implica dizer, que as obras são os frutos, pelos quais revelamos a quem servimos, e não se pode extrair do mesmo coração que foi entregue a Deus para ser mudado a Sua semelhança, uma atitude que O desabone. Precisamos confessá-Lo diante dos homens, e confessar significa tornar patente, não só por palavras, todavia principalmente com os nossos atos. Qual será o parâmetro em que o juízo de Deus irá fundamentar o Seu veredicto? A resposta nós encontramos em Efésios 2:10. Lemos: “Porque somos feitura Sua, criados em Cristo Jesus PARA AS BOAS OBRAS, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.” As boas obras que já estão preparadas são as obras de Cristo, Sua vida de obediência. São por elas que Deus mede nossas vidas a todo tempo. Se as nossas obras não forem reflexo das de Cristo, estaremos perdidos, não importa a nossa sinceridade.
E quanto a minha segurança? Quem a promoverá? As Escrituras respondem: “O anjo do Senhor acampa-se ao redor DOS QUE O TEMEM, e os livra.” Salmo 34:7. E qual a âncora dessa proteção para aqueles que temem, que obedecem a Deus? João responde: “Sabemos que TODO AQUELE QUE É NASCIDO DE DEUS não vive em pecado, antes, AQUELE [Cristo] que nasceu de Deus O GUARDA, E O MALIGNO NÃO LHE TOCA.” I João 5:18. E Paulo dá mais detalhes do modo como isso ocorre: “Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da Terra; PORQUE MORRESTES, e a VOSSA VIDA ESTÁ OCULTA JUNTAMENTE COM CRISTO, em Deus.” Colossenses 3:3.
Não precisamos temer, quando somos guardados por Aquele que não toscaneja, por Aquele que não dorme. Eis Suas palavras: “Se o Senhor não guardar a cidade, EM VÃO VIGIA A SENTINELA.” Salmo 127:1. Que segurança, então, poderemos oferecer para nós mesmos, quando a nossa luta não é contra a carne e o sangue, mas contra as potestades do ar, contra quem todo nosso esforço para promover nossa segurança é totalmente inútil. Não vale a pena recalcitrar. Ademais, por que andarmos preocupados? As crianças quando andam com seus pais, estão isentas de qualquer ansiedade porque confiam que estão protegidas, estão guardadas. Afinal, seus pais não estão ao seu lado? E é isso que Deus espera de nós: confiança plena nEle, porque Ele é digno de toda a nossa fé e de nosso louvor. Nada, nada de que precisemos, Ele Se esqueceu de cuidar por nós. “E o meu Deus, segundo as Suas riquezas, suprirá TODAS as vossas necessidades [inclusive nossa proteção] EM GLÓRIA, por meio de Cristo Jesus.” Filipenses 4:19.
Escondamo-nos, portanto, nEle e o maligno não nos tocará, pois a boca do Senhor o disse.
Que Deus nos abençoe!

1 comentários:

Anônimo,  14 de maio de 2011 00:16  

Agradeço-te, Senhor! Que o Teu nome seja louvado! Amém!

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