domingo, 12 de dezembro de 2010

A PROFECIA DE GÊNESIS 3:15


É verdade que já ouvimos inúmeras pregações não só sobre esta passagem, como tantas outras. "Porei INIMIZADE entre ti e a mulher, entre o teu descendente e o seu descendente. Este te ferira a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar." Gênesis 3:15.
Muitas vezes lemos esta passagem e não percebemos a sua mensagem principal. Lembremo-nos que se trata da primeira profecia bíblica. Deus está asserindo aqui que Ele tomaria providências para que fosse erigido um muro - a INIMIZADE. O que isso tem a ver com o viver sem pecado?
Para que possas entender melhor, vamos sair do Gênesis e nos situarmos em Romanos 5:19 - Pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores. O pecado de Adão resultou na degeneração do caráter de Deus, não só nele, como também em todos os seus descendentes. Então, a sua natureza, agora decaída, não tinha forças para resistir a Satanás, ou seja, Adão ao desobedecer voluntariamente a uma ordem expressa de Deus, submeteu-se ao domínio do Diabo. E esse domínio, o Diabo teria sobre todos os descendentes de Adão. Os homens seriam escravos do pecado. Deus entra em cena para resgatar o homem. Estabelece os sacrifícios de animais inocentes, os quais simbolizavam o sacrifício substituinte de Seu Filho, no futuro. Satanás não compreendeu o significado daquele ritual. Ao menos, no princípio.
O que significa Cristo para a humanidade? Responderíamos: o Salvador, lógico! Mas esta não é uma resposta teologicamente plena, ela é mais que sucinta, ela é o fim. Precisamos entender seu começo. Adão foi o princípio da humanidade. Ele foi criado perfeito e detinha o caráter e a personalidade divinos. A imortalidade, entrementes, era-lhe condicional. Ele teria que passar pela prova. Sabemos do resultado. O que Deus pretendeu, portanto, ao anunciar o evangelho ao casal, escravo de Satanás? Oferecer-lhe uma segunda chance. A eles em particular? Não. A toda humanidade, pois o processo reprodutivo não seria estagnado. A terra se encheria dos humanos. Do casal foi requerida fé no Salvador vindouro, e sua decisão em aceitar o plano, permitiu a Deus agir em prol da raça caída.
Viajemos no tempo e assistamos o nascimento do menino Jesus. Houve festa nos corações dos que esperavam pelo cumprimento da profecia – a primeira vinda de Cristo. Qual o significado dela? A segunda chance para a humanidade. Como, assim, segunda chance? Em Cristo a humanidade teve novo começo. É como se tudo tivesse começado do zero. E assim foi pra Deus. E Satanás soube disso tempos depois, e por essa razão se empenhou em desqualificar Cristo quanto a Sua missão. Há alguma passagem bíblica que nos evidencie tal recomeço? Sim. I Coríntios 15:45. As Escrituras denominam Cristo como último Adão. Ele é o Recomeço.
Como é consabido, todos os descendentes de Adão sofreram a condenação do pecado. Nenhum ser humano poderia se libertar desse jugo de escravidão. Por esse azo, o nosso Salvador não poderia advir de modo similar, ou seja, gerado pela semente corruptível de Adão. Era necessário um milagre. Tal obra miraculosa, operada no ventre de Maria, foi realizada pelo poder do Espírito Santo. Malgrado Sua dupla natureza, Cristo era divino-humano, Ele teria que viver sob as mesmas condições de um ser humano normal. Noutro falar: Cristo teria que viver sob a dependência total do Pai celeste. Caso contrário, Ele não poderia ser o nosso Salvador. O próprio Satanás requereria isso. Cristo deveria ser posto na posição de Adão. NEle, a humanidade recomeçaria a sua existência. Existência? Sim. A humanidade morrera no jardim quando Adão transgrediu a ordem divina, lembras? Eis a principal razão do Sagrado Livro chamar Cristo de último Adão.
Depois de cumprida com êxito a Sua missão, Cristo subiu ao Pai para apresentar a Sua oferta propiciatória. Era necessário o crivo do Pai celeste, aprovando a Sua vida de obediência, à luz da Sua santa lei. O fato de haver Cristo aparecido aos discípulos, quando eles estavam trancados no cenáculo com medo dos judeus, era a prova de que Sua vida na Terra foi aceita como a obediência requerida pela Lei, quebrantada por Adão e seus descendentes. Sacrifício perfeito. Esta obra propiciava ao homem penitente, receber de Deus o que ele precisava para vencer – o dom da Justiça, possibilitando-lhe viver perante Deus tal qual Jesus viveu aqui na Terra. E como se daria isso? Por um milagre.
Lembremos que em Hebreus, São Paulo atribui a Cristo a autoria da fé, e Lhe acrescenta o titulo de Consumador da fé. O nosso Salvador proveu tudo que seria necessário para que o homem caído pudesse ser o que deveria ser: perfeito. A fé seria a parte que caberia ao homem desempenhar no plano da salvação. No trato de Deus com o homem, o milagre ocorre por interferência da fé. Ela precisa estar presente. Do contrário nada ocorre. Como dantes falei, todos os que foram curados por Cristo necessitaram exercer fé no Salvador. São Paulo diz em Hebreus 11:6 – “De fato, SEM FÉ É IMPOSSÍVEL AGRADAR A DEUS, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe e que Se torna galardoador dos que O buscam.” Vê a importância da fé? Não é à toa que em Apocalipse ela é comparada ao ouro provado no fogo (Apocalipse 3:18).
Mas o que é fé? Falamos tanto em fé, mas não sabemos na verdade do que estamos falando, pois em quase todas as situações de prova, até fazemos menção dela, mas não a permitimos interagir. Temos nas Escrituras a sua definição: “Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem.” Hebreus 11:1. Esta é parte teórica. Eis Noé construindo a arca. Não chovia naquele tempo, o orvalho descia e regava a Terra. Segundo o mandamento de Deus, Noé passou cento e vinte anos pregando àquele povo rebelde, embalde. E para quê a arca, se não havia uma nuvem de chuva sequer? Noé ESTAVA CERTO de que iria chover e CONVICTO DO DILÚVIO UNIVERSAL. Percebes a parte prática aí? A fé tem sempre dois aspectos: um reside no nosso interior e o outro se manifesta em nossos atos. Assim, logicamente, a fé vem antes do milagre. É mister o passo firme da fé a fim de que o milagre ocorra. Sempre foi assim e sempre o será. Mas há ainda outro detalhe importante. Antes da fé, para que ela tem razão de ser, faz-se necessário a existência de uma promessa divina, pois a fé é a âncora da alma. Através dela firmamo-nos nas promessas de Deus. Então é assim – PROMESSA>FÉ>MILAGRE. Esse é o trio da salvação. Não existe salvação sem que a fé esteja cabalmente envolvida. Mais uma história: “Segunda vez foi Jesus a Caná da Galiléia, onde da água fizera vinho. E havia ali um nobre, cujo filho estava enfermo em Cafarnaum. Ouvindo este que Jesus vinha da Judéia para a Galiléia, foi ter com ele, e rogou-lhe que descesse, e curasse o seu filho, porque já estava à morte. Entäo Jesus lhe disse: Se näo virdes sinais e milagres, näo crereis. Disse-lhe o nobre: Senhor, desce, antes que meu filho morra. Disse-lhe Jesus: Vai, o teu filho vive. E O HOMEM CREU na palavra que Jesus lhe disse, E PARTIU. E descendo ele logo, saíram-lhe ao encontro os seus servos, e lhe anunciaram, dizendo: O teu filho vive. Perguntou-lhes, pois, a que hora se achara melhor. E disseram-lhe: Ontem às sete horas a febre o deixou. Entendeu, pois, o pai que era aquela hora a mesma em que Jesus lhe disse: O teu filho vive; e creu ele, e toda a sua casa.” São João 4:46-53. Ele creu e partiu. Partiu na certeza de que as palavras de Cristo se cumpririam na íntegra. Ele não duvidou de Sua promessa, e o milagre aconteceu. Não houve surpresa de sua parte quando lhe informaram sobre a restauração da saúde e da vida de seu filho, porque ele já sabia que assim seria. E o mesmo é exigido de nós. NÃO DEVEMOS COLOCAR UMA INTERROGAÇÃO ONDE DEUS PÔS UM PONTO FINAL. Devemos ouvir e atender a Sua voz: CRÊ SOMENTE. Acredito que agora, empós falarmos sobre a importância da fé e o seu papel fundamental na salvação, estejas pronto para entender o desfecho desta mensagem.
São Paulo, em sua carta aos Romanos, nos faz entender que nem todas os seres humanos são filhos de Deus. Ele afirma categoricamente que se vivermos segundo a carne morreremos. O que ele está a dizer com a expressão viver segundo a carne? Quem são os que vivem segundo a carne? Paulo mesmo nos encaminha para a resposta. Em Romanos 9:8 ele nos diz que “não são os filhos da carne que são filhos de Deus, mas os filhos da promessa são contados como descendência”. E em I Coríntios 15:22, lemos “Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo.” Vemos que existem duas famílias aqui: a da carne e a da promessa. A carnal nascida de Adão e a espiritual nascida de Cristo. Embora muitos não creiam, Paulo nos mostra explicitamente do versículo quinze até o vinte e três de Romanos 7, a experiência dos que ainda vivem na carne. É fácil considerarmos isso, pois em Romanos 8:8 ele testifica que “os que estão na carne NÃO PODEM agradar a Deus.” Não se trata de desejo, todavia de impossibilidade. É duro admitirmos isso, mas não há outra saída. Se vivemos num cai-levanta, se não apresentamos diante de Deus um caráter puro, se em nosso viver não satisfazemos a Sua santa lei, mesmo em pensamento, é uma prova inequívoca de que ainda estamos na carne. E se assim permanecermos não seremos salvos, estaremos entre os perdidos, independentemente dos dízimos devolvidos, dos cultos freqüentados, dos cargos que assumimos na igreja. Foi por isso que Cristo disse a Nicodemos que “aquele que não nascer de novo, NÃO PODE entrar no reino de Deus.”
Por que caminhamos para a morte, se estivermos na carne? Por causa dos frutos. Os frutos dos filhos de Adão são os descritos em Gálatas 5:19 a 21. Sobre eles pairam a condenação da lei – a morte. E porque os carnais não podem agradar a Deus? Pelo fato de serem escravos do pecado e, por conseguinte, escravos de Satanás. Os filhos da carne obedecem-lhe a voz. Por natureza, ainda que não queiram, eles são inimigos de Deus. São inimigos por não poderem obedecer a Deus e, sim, a Satanás. Para Deus não adiantará professar amá-Lo sem uma vida de obediência como é requerida por Sua lei. Não é o nosso desejo ou nossa boa intenção, que nos caracterizam como filhos de Deus, mas nossos atos. Nossos frutos ou atos manifestam se somos filhos de Deus ou filhos da carne. Se somos filhos da carne somos, em toda a essência, inimigos de Deus, pois “a inclinação da carne é INIMIZADE contra Deus, pois NÃO É SUJEITA À LEI DE DEUS, nem, em verdade, o pode ser.” Romanos 8:7. É por esse motivo que o apóstolo Paulo em Romanos 8:8 confirma sem vacilar que os filhos da carne sofrem a impossibilidade de agradar a Deus, ou seja, de obedecer aos Seus mandamentos.
Assim evocamos Gênesis 3:15. A promessa nele contida é “POREI INIMIZADE entre ti [Satanás] e a mulher [povo de Deus], entre a tua semente [filhos da carne] e o seu descendente [Cristo]. Este [Cristo] te [Satanás] ferirá a cabeça [na cruz do Calvário] e tu [Satanás] Lhe [Cristo] ferirás o calcanhar [através de Judas, efetuando a traição].” O que esta passagem tem a ver com a vida sem pecado? Penso eu que não preciso responder. Satanás sabia que o homem caído seria seu escravo, inimigo de Deus, não podendo obedecer a Sua lei. Satanás sabia que os frutos produzidos pelo homem, seu escravo, desagradariam ao Criador e lhe traria inevitavelmente a morte. A sentença POREI INIMIZADE era demais para ele compreender. Como o homem poderia ser liberto do seu domínio? Ser seu inimigo significaria ser amigo de Deus, estar do lado do Criador, não por palavras, mas máxime por uma vida de estrita obediência à santa lei da liberdade. Em Gênesis 3:15 Deus anteviu, por sua ubiqüidade, a eficácia do Seu plano mediante a pessoa de Cristo e isto representava uma geração de homens e mulheres, que pela fé, viveriam tal qual Seu filho viveu, pois Cristo mesmo viveria através deles por intermédio do Espírito Santo. São João assim declara: “E a todos QUANTOS O RECEBERAM deu-lhes o PODER de serem feitos FILHOS DE DEUS.”
Só poderemos ser filhos de Deus por um milagre realizado pelo Espírito Santo. Ele opera esse milagre em nós se tão somente crermos que tal milagre se realizará em nós. Parece simples, não é? Mas é. Tudo que precisamos fazer é ter fé. Lembras do trinômio [promessa-fé-milagre]? Era assim que se dava nas curas que Cristo operava. Os coxos, os surdos, os paralíticos, os leprosos não tiveram que fazer nada a não ser crer, crer que Sua palavra se cumpriria neles. E receberam a bênção. Não será diferente conosco. Romanos 5:17 diz que Deus quer nos dar o DOM DA JUSTIÇA. Justiça é o que a lei requer. Por assim dizer, Deus nos quer dar o poder para obedecê-Lo, quer nos dar JUSTIÇA.
Não percebemos que a investida do inimigo sobre Adão teve êxito, por conta da incredulidade? Não percebemos que Deus rejeitou Israel, como nação, por conta da incredulidade? Não percebemos que a viúva de Sarepta foi escolhida por Deus, por conta da incredulidade das viúvas de Israel? A fé é determinante. Viver sem pecar é demais para mim e para ti, para todos os homens, porém não para Deus. E esse é o objetivo principal da vinda de Cristo ao mundo. Pensemos em Abraão. Como se deu o nascimento de Isaque? De modo natural? Não. Quiçá muitos de nós não saibamos, mas o nascimento de Isaque teve a mesma natureza do nascimento de Cristo. Lede Gálatas 4:29. Ele não nasceu por força da união de gametas humanos. Isaque foi um milagre. Deus prometeu, Abraão creu, Isaque nasceu. Vê o trinômio em ação aqui?
Sim, tudo o que devemos fazer é crer na promessa de Deus. Lembra-te de que Ele é fiel e tem interesse em cumprir tal promessa em ti também, pois esta é a Sua vontade. Esforçarmo-nos para ter uma vida de pureza, antes de ter provado dessa experiência, o novo nascimento, é semelhante à luta da mosca para sair da teia de aranha – quanto mais se mexe mais se enrosca e se torna presa fácil para o adversário. Não temos que nos esforçar antes, temos que ir a Ele. Cristo não diz “Melhora a tua vida e depois vem!”, mas “Vinde [como estiveres]... e Eu vos aliviarei”. Nosso esforço é válido depois de nascermos, pois devemos cooperar com o Espírito Santo na edificação do novo caráter. E em que promessa devo crer inicialmente? Ela se encontra em I João 1:9 – “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.” Tantas vezes lemos este versículo, mas não tivemos fé que Deus cumpriria a Sua promessa. Nesse verso Deus nos promete livrar-nos da culpa, apagando os nossos pecados, mas não somente isso. Somente o perdão dos pecados não nos habilita a viver uma vida de vitória. Entra, portanto, a segunda parte da promessa – NOS PURIFICAR DE TODA A INJUSTIÇA. Injustiça é pecado. Deus está prometendo nos purificar do que o pecado nos causou. O que ele nos causou? Destituiu-nos da imagem de Deus; tornou-nos escravos do Diabo. Deus está nos prometendo tornar-nos Seus filhos, com poder para Lhe obedecer como Cristo obedeceu. Esta é a promessa. Falta a nossa parte – . Se estivermos dispostos a Lhe obedecer, se formos a Ele sem reservas, com sinceridade de coração, misturados com a fé necessária, não sairemos de Sua presença sem a bênção. O que diz São Pedro a respeito disso? Leia atentamente: “Sendo DE NOVO GERADOS, não de semente corruptível, mas da incorruptível [como Isaque, como Cristo], PELA PALAVRA DE DEUS, viva, e que permanece para sempre.” I Pedro 1.23. Somos gerados de novo, e isso não é um faz-de-conta, é real porque Deus é real. Ele nos gera pelo mesmo poder que dava vida aos mortos, pelo mesmo poder que criou os mundos. Ele disse HAJA LUZ e HOUVE LUZ. Se creres, sem duvidar no coração, que Ele te gerará de novo, Ele fará de ti uma NOVA CRIATURA, o milagre será operado em ti como o foi em tantos quantos creram, sem duvidar. Pois foi a isso que se referiu São Paulo quando escreveu aos Efésios: “Com o fim de sermos para louvor da sua glória, nós os que primeiro esperamos em Cristo; em quem também vós estais, DEPOIS QUE OUVISTES A PALAVRA DA VERDADE, O EVANGELHO DA VOSSA SALVAÇÃO; e, TENDO NELE TAMBÉM CRIDO, FOSTES SELADOS COM O ESPÍRITO SANTO DA PROMESSA.” Capítulo 1, versículos 12 e 13.
Não é de admirar que Paulo tenha dito: “Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, ASSIM TAMBÉM ANDEMOS NÓS EM NOVIDADE DE VIDA... Sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, E NÃO SIRVAMOS O PECADO COMO ESCRAVOS”. Romanos 4:4, 6.
A bênção te espera, caro amigo. Precisas crer que Deus não mudou nem o Seu poder enfraqueceu. De nossa geração Deus exige a mesma conduta que exigiu de Cristo quando esteve na Terra. Sua vida é o padrão moral requerido pelo Céu. Não podemos nos iludir de que poderemos entrar no Céu com um caráter defeituoso. Satanás está por trás da idéia de que só alcançaremos santidade quando Jesus voltar, porque ele sabe que se assim crermos perderemos a salvação. Ele teme que depositemos fé nas promessas de Deus, por isso trabalha sempre com a dúvida, e aponta para os nossos fracassos como prova de que é impossível guardar a lei de Deus. Ele sabe que o poder de Deus se manifestará em nós se crermos que o nosso Criador cumprirá o que prometeu, como fez Abraão que creu contra a esperança. A mesma fé é requerida por nós. Quando Cristo voltar levará os que tiveram esperança nEle, os que purificaram-se a si mesmos, COMO TAMBÉM Ele é puro. I João 3:3.
Meu desiderato é que Deus possa te fazer compreender essa maravilhosa mensagem, inspirando fé nas promessas do Salvador, erguendo-te da dúvida, criando em teu coração a determinação de buscá-Lo no intuito de receber o tão desejável e imprescindível DOM DA JUSTIÇA.
Que Deus te abençoe!

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