domingo, 4 de abril de 2010

Reflexões Sobre a Oração

A oração foi o meio disponibilizado por Deus para que o homem pudesse manter viva sua comunicação com Ele. Embora a entrada do pecado no mundo tenha impedido a humanidade de manter diálogo com o Criador, a providência divina já dispunha de um remédio para essa ruptura: Jesus Cristo.

Jacó, em viagem para Harã a fim de encontrar uma esposa dentre os seus familiares, resolveu repousar num determinado lugar, por já escurecer o dia. Ali ele sonhou com uma enorme escada que ligava o Céu e a Terra. Por essa escada, anjos subiam e desciam. Essa escada prefigurava Cristo, o Mediador da humanidade. Por Ele, e tão-somente, os seres humanos poderiam novamente desfrutar da graça de poder manter comunhão com o Pai celestial.

A oração é a respiração da alma. É o segredo do poder espiritual. Nenhum outro meio de graça a pode substituir, e a saúde da alma ser conservada. A oração põe a alma em imediato contato com a Fonte da vida e fortalece os nervos e os músculos da vida religiosa. Negligenciai o exercício da oração, ou a ela vos dediqueis de quando em quando, com intermitências, segundo pareça conveniente, e perdereis a vossa firmeza em Deus. As faculdades espirituais perdem a sua vitalidade, a experiência religiosa carece de saúde e vigor.

Acaso, Deus ouve as nossas orações? Em Salmo 99:6 encontramos: “clamavam ao Senhor, e Ele os ouvia”. O nosso Pai celestial tem prazer em ouvir nossa orações, pois que vela com amor eterno por cada uma de Suas criaturas. São Paulo nos afirma categoricamente que Deus nos auxilia na oração que lhe dirigimos, de modo que nenhuma necessidade humana seja olvidada. “E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque näo sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis”. Romanos 8:26. Saem nossas petições dos nossos lábios ou de nossa mente numa linguagem não apropriada à santidade do Céu, cujo teor não denotaria profundamente os anseios de nossa alma, mas pela interseção do Espírito Santo, chegam aos ouvidos do Governador do Universo como aroma suave.

Não obstante haver em Deus a disposição de nos ouvir, há situações que O impedem de atender nossa oração, ou mesmo ouvi-la. “Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o Seu rosto de vós, para que vos não ouça”. Isaías 59:2. Essa passagem sugere que os nossos pecados impossibilitam a Deus ouvir as nossas orações. Mas não é a mensagem ali contida. Se assim fosse, ninguém seria contemplado com a resposta divina. Lemos a declaração do salmista asseverando que Deus escutava as orações dos Seus servos quando por Ele clamavam. Então, a que se aplica o texto sagrado de sentido negativo? Encontramos a resposta a essa pergunta em Provérbios 28:9. Ali está escrito: o que desvia os ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração será abominável. Lei aqui abrange todas as Sagradas Escrituras, todos os ensinos do Céu. Deus não ouve e nem se agrada da oração daquele que lhe volta as costas voluntariamente. O salmista assim se expressou: “se eu atender à iniquidade no meu coração, o Senhor não me ouvirá.” Salmo 66:18.

Como devemos orar? Nosso Senhor Jesus Cristo nos deixou a oração modelo, chamada a Oração do Senhor. Nela seis pedidos são feitos por bênçãos espirituais e um só por bênção temporal. Isso denota a natureza espiritual da oração.

Eis a Oração do Senhor:

Pai nosso que estás nos Céus, santificado seja o Teu nome. Venha o Teu reino. Seja feita a Tua vontade, assim na Terra como no Céu. O pão nosso de cada nos dá hoje, e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também temos perdoado aos nossos devedores. Não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal. Porque Teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre.

Na oração do Senhor podemos encontrar os princípios a que devem seguir nossas petições.

1. Deus quer que travemos com ele uma relação familiar. Devemos, portanto, dirigirmo-nos a Ele como nosso Pai celestial;
2. Ter em mente a santidade do Seu nome, em referência ao terceiro mandamento de Sua lei;
3. Submissão de nossa vontade a Sua;
4. Exposição de nossas necessidades;
5. Reconhecimento de nossa condição espiritual e confissão de nossos pecados de maneira específica e não genérica, determinados a abandoná-los;
6. Ter fé na resposta divina e descansar em seu cuidado por nós.

Não devemos esquecer, entretanto, de orarmos a Deus em nome de Cristo. São dEle as palavras: “Em verdade, em verdade vos digo, se pedirdes alguma coisa ao Pai, Ele vo-la concederá em Meu nome.” São João 16:23.

“E esta é a confiança que temos para com Ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade, ELE NOS OUVE. E, se sabemos que Ele nos ouve quanto ao que Lhe pedimos, ESTAMOS CERTOS de que OBTEMOS os pedidos que Lhe temos feito”. I João 5:14 e 15.

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sábado, 3 de abril de 2010

Pedidos de Oração

Todas as quartas-feiras, às 20:30h, estaremos unidos numa corrente de oração, pelo poder do nosso Redentor. Registra neste espaço os teus pedidos de oração.

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Amantes da Escola Sabatina

Destino este espaço para debater sobre os assuntos correntes da Lição da Escola Sabatina. Todos estão convidados. Baixem a lição correspondente no link abaixo. O espaço que ocupa é ínfimo diante do seu valor espiritual. Se tiverem alguma dúvida, o Espírito Santos nos concederá as respostas. Participem! Ninguém se sentirá insatisfeito! Clique aqui Lição da Escola Sabatina, 2º Semestre de 2010

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Como se dá a guarda do Sábado nas Regiões Polares?

Nas regiões polares, por causa da inclinação de 23º27’ do eixo da Terra em relação ao plano da eclíptica (caminho da Terra em torno do Sol), o sol, em certos meses, nunca se põe e, em certos meses, nunca nasce. No Cabo Norte, extremo norte da Noruega, o sol permanece acima do horizonte, não se põe, de 10 de maio a 31 de junho e permanece abaixo do horizonte, não chega a nascer, não aparece, de 18 de novembro a 24 de janeiro. Segundo o ensino das Escrituras o sábado começa ao pôr-do-sol. Mas como pode alguém saber quando ocorre o pôr-do-sol sob as circunstâncias acima descritas. Os habitantes das regiões polares determinam o fim e o começo do dia, do seguinte modo: durante os dias em que o sol não se põe, coisa que ocorre no verão, ele descreve um círculo no céu cada 24 horas. Há um ponto alto no círculo, o zênite, e há um ponto baixo, o nadir. Quando o sol atinge o ponto mais baixo, o nadir, isso corresponde ao pôr-do-sol, e também ao nascer do sol. Esse momento assinala o fim do dia e o começo do novo dia. No inverno quando o sol não aparece, não sobe acima do horizonte, ele não obstante sobe até bem próximo da linha do horizonte. Quando está no ponto mais alto, embora ainda oculto atrás do horizonte, ele produz um clarão qual o que vemos quando ele está para nascer. A máxima intensidade desse clarão indica que o sol está no seu ponto mais alto. Isso assinala o fim de um dia e o começo de outro. Naturalmente há também o auxílio dos relógios acertados pelo rádio e que dão em todo o tempo a hora exata. Nenhum habitante das regiões polares tem a menor dificuldade em determinar quando começa e quando finda o dia. Com efeito, se um visitante lhes pergunta como o determinam, eles o olham com expressão de surpresa.

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Boas Vindas!!!

Sejam todos bem-vindos ao blog Gotas de Conhecimento. O seu principal objetivo é enaltecer a Deus, proporcionando ao leitor um conhecimento adicional sobre trechos das Escrituras Sagradas. Exprimam suas dúvidas! Elas farão parte dos temas do nosso blog. Que Deus abençoe ricamente a todos os participantes, satisfazendo os anseios de sua alma!

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